sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Parcialmente inevitável.

Visivelmente essa dor maldita, severa e explosiva é comparada a uma bomba que só bate nos relacionamentos unilaterais. É comparada a paz e a tranquilidade unidos em meio a tensão. Invisivelmente é como um punhado imparcial inclinado a imprudência fatal. Escutei minhas vísceras e meu coração foi despido.

Claramente exausto.

Que tal falar com a mente exausta? Tornar tudo sobrecarregado e vicioso? E os Tiros escuros em noites escuras que abaixam a felicidade? E o bom humor inexistente dentro da capsula convidativa? É um resumo fascista sobre o psicológico obsessivo.

Secretamente infinito.

Mantos roubados de um meio externo, como uma viagem insípida chamando a realidade. Gostos fixamente jogados ao chão e literalmente tornando o ar com uma presença não bem vinda. A passada do lábio invade calorosamente a incerteza. Como uma tempestade vinda de um lado oposto, entrando em decomposição infinita.

domingo, 21 de julho de 2013

Imprevisível.

Quero viver como se isso nunca fosse acabar.
Quero correr como se fosse capaz de voar.
Vou sonhar para nunca mais acordar.

Vou querer amar. 
Vou me arrepender. 
Vou voltar a ser criança.

Vou mergulhar na solidão. 
Perder-me na ilusão. 
E sumir junto com minha alma.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Como ser humano, vivo dia após dia.
Como realista, conserto meus erros.
Como frágil, tenho recaídas emocionais.
Como insistente, luto contra a dor.
Como consciente, esvazio meus sentimentos.
Como amiga, desapareço.
Como amada, fujo.
Como idiota, peço paz.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

O que é o amor para você?

Sempre a mesma pergunta jogada para cada pessoa de uma maneira frenética e curiosa. Na verdade nunca sei o que responder quando me fazem a tal pergunta: "O que é o amor para você?".
Posso vasculhar meu coração em busca da resposta, ou simplesmente usar a minha mente, responder de uma maneira formal, mas as cicatrizes gritam mais alto e acabo soltando: "O amor é um cão dos diabos."

terça-feira, 16 de abril de 2013

Não sei.

Talvez eu seja só uma peça de um quebra-cabeça guardada na caixa errada.

Talvez a noite fosse mais bonita se a lua não existisse.

Talvez eu esteja só emocionalmente esgotada.

Talvez pode ser a resposta.

Talvez seja você.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Não sei se é saudade ou um buraco negro se abriu em meu peito...

      


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Fugindo da minha realidade sádica e louca...
Acabei encontrando pedaços de sentimentos espalhados pelo o chão. Doce cheiro nos lençóis amarelados. Cacos de vidro, fogo e cinzas. O que estava acontecendo? Onde eu estava?.
Apesar dessa confusão, meu corpo não parava de balançar freneticamente por causa daquela voz de fundo. Rouca e leve. Eu amava tanto aquilo que não queria mais para mim. A fumaça era tão leve que foi embora sem me avisar. O vento me avisou que nada daquilo me pertencia. Isso não estava acontecendo. Só conseguia ouvi suspiros ofegantes. Só conseguia ver sorrisos tortos.
No meio desse espetáculo uma incrível explosão de sentimentos aconteceu. E eu não era mais a mesma. Eu estava perdida e longe de tudo. Mas para uma inofensiva que nem eu, o lugar vazio me trouxe felicidade. Não sei dizer o que era aquilo exatamente. Parecia uma mistura de céu com inferno. Começo e fim. Cheguei a conclusão que era só mais uma longa viagem sem volta. Mas de repente fui surpreendida e acordei com o toque leve de uma rosa vermelha. E minha querida ilusão acabou.